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quinta-feira, 18 de março de 2010

Ações e possibilidades de ganhos

Do ponto de vista da economia as ações são títulos nominativos, negociáveis e que representam a menor fração do capital social de uma empresa de capital aberto ou SA. Quem compra ações na Bolsa de Valores se torna sócio daquela empresa, na proporção do capital investido. Como sócio tem direito a participar dos lucros da companhia. Estes lucros são distribuídos em forma de dividendos e representam uma das possibilidade de ganhos com as ações.

Já pela ótica do investidor, ações são um investimento de renda variável, ou seja, um investimento cujo retorno efetivo só será conhecido na hora em que for efetivado. Assim, aparece mais uma possibilidade, as oscilações dos preços na Bolsa de Valores.

Entretanto existem ainda outras formas de lucrar com ações: a bonificação e os direitos de subscrição. Bonificação é a distribuição de novas ações aos detentores de posições, em data definida pela assembléia. A bonificação poderá ser distribuída sob a forma de novas ações ou em espécie ($). Direito de Subscrição é uma forma que as empresas utilizam para captar recursos novos no mercado. Porém por serem geralmente definidos níveis de preços abaixo dos valores praticados no mercado (Bolsa de Valores), surgem como uma oportunidade aos já acionistas obterem ganhos de capital. Aos detentores das ações, lhes é assegurado o direito a subscrever, na proporção igual a sua participação anterior ao lançamento.

Um ponto importante que está relacionado com os ganhos, diz respeito ao horizonte temporal do investidor. Enquanto os dividendos, direitos de subscrição e bonificações podem ser bem vindas aos investidores de longo prazo, para os traders, ou seja, aqueles que investem somente no curto e curtíssimo prazo, só interessa as oscilações de preços, as outras possibilidades atrapalham mais do que ajudam

quarta-feira, 17 de março de 2010

Passos básicos para começar a investir na Bolsa de Valores

Começar a investir em ações é muito simples e acessível a qualquer pessoa. E ao contrário do que muita gente imagina, não é preciso ter um grande capital para começar.

O primeiro passo é abrir uma conta numa corretora. Pode ser num banco onde o investidor já possui conta, ou numa corretora independente. Para escolher corretamente é necessário que o investidor verifique os custos de que serão cobrados a cada ordem de compra ou de venda que serão enviados. Em geral, os custos se dividem em três tipos: a corretagem, os emolumentos e a taxa de custódia. A corretagem é cobrada a cada ordem de compra ou de venda que for executada. Sendo o custo mais alto dos três vale a pena se atentar a este detalhe. Algumas corretoras cobram um valor percentual da operação, e outras um valor fixo em torno de R$ 10,00 ou R$ 20,00. Os emolumentos são pagos a Bovespa. E a taxa de custódia é paga a CBLC, embora algumas corretoras não cobrem.

Abrindo a conta, o cliente irá receber uma senha para acessar o home broker. No home broker é possível acompanhar o pregão on-line e enviar as ordens diretamente para a Bovespa. Outra forma de enviar ordens é pela mesa de operação, entrando em contato diretamente com a corretora.

Depois de aberta a conta, é preciso disponibilizar recursos para começar a operar. No site da corretora escolhida, consta o número da conta em que o depósito deverá ser feito. Quando a conta for aberta num banco o cliente pode usar os recursos disponíveis na sua própria conta bancária. Quando a conta é aberta numa corretora, está possuirá uma conta numa agencia bancária, e é nesta conta que o cliente deverá disponibilizar os recursos. Uma vez enviados, o saldo ficará registrado na conta que o cliente abriu na corretora e poderá ser acessado no home broker.